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  • Alex Lemos

Um dia a morte perderá.

"E quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir de imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória." (ICo15.54)

Notícia: "Três mil pessoas morrendo por dia no Brasil". Sábado fui a um sepultamento, acompanhar um amigo que perdeu grande parte da sua família. A cena de vários velórios acontecendo simultaneamente é bastante impactante.

Não há estatística que nos faça acostumar com a morte. Não há como ficar insensível à dor do luto, até porque sofremos na própria pele a perda de nossos amigos e familiares. O nosso sofrimento é por "isto que é mortal". A morte é uma realidade em pandemias e fora delas. A morte é uma certeza. Contudo, Paulo nos apresenta uma certeza superior "E quando...". A verdade que nossos corpos serão revestidos de incorruptibilidade, não é uma condicional ou uma probabilidade, é uma questão de tempo "e quando". Quando o "quando" se tornar "hoje", nosso corpo mortal será transformado, glorificado! E cantaremos o cântico "oh, morte! Onde está oh morte a tua vitória?"




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